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Alimentação infantil saudável: o exemplo deve vir de casa, destaca nutrólogo

Por Redação , 14/10/2019 às 09:06
atualizado em: 14/10/2019 às 09:12

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A transição da fase do aleitamento para a introdução de outros alimentos na vida da criança é vista como um desafio para muitos pais. Escolher o que se deve oferecer nas refeições do dia para o filho e saber dizer não para determinadas comidas durante a infância são duas das principais dificuldades. 

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a alimentação infantil vai do nascimento até o fim da adolescência, aos 19 anos de idade. Para Guilherme Ferreira Mattos, Nutrólogo, é nesta fase que a alimentação faz total diferença no crescimento infantil porque "as crianças estão em desenvolvimento e precisam de fonte de energia, de substrato de vitaminas e minerais para que esse desenvolvimento ocorra da melhor maneira possível", afirma o nutrólogo.

A alimentação infantil é bastante parecida com as refeições saudáveis dos adultos, rica em verduras, frutas, vegetais, grãos integrais e com pouca gordura. A diferença é a forma de apresentação que muda de acordo com a idade da criança. “Nós evitamos, com essa alimentação, a desnutrição, déficit de crescimento, doenças relacionadas ao crescimento ósseo, doenças relacionadas à diminuição de vitaminas, etc.”, pontua Guilherme.

Os adultos são exemplos dentro de casa. Se os pais não gostam de determinados legumes ou frutas, por exemplo, é bastante comum os filhos também não gostarem. “O exemplo deve, sim, vir de casa. A maior referência que a criança tem são os pais. Então, se o pai fala que não gosta de salada, mesmo que a criança nunca tenha comido, ela vai acreditar naquilo”, explica o nutrólogo.

O paladar infantil deve ser acostumado com alimentos saudáveis, de acordo com o especialista. “O principal erro na alimentação das crianças é o momento em que o pai deixa a criança escolher o alimento. O paladar dela ainda não foi acostumado com sabores mais amargos, um pouco mais diferentes, e o doce e a gordura sempre vão ser mais agradáveis. Se for para escolher, a criança vai escolher esses alimentos”, conclui Guilherme Mattos.

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