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Um mês da tragédia da Vale: dor, perdas, medo e traumas deixados pela lama

Por Redação , 25/02/2019 às 07:56
atualizado em: 25/02/2019 às 09:23

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Foto: Itatiaia
Itatiaia
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Um mês! Vidas destruídas, sonhos interrompidos, traumas incuráveis, 179 mortos, 131 desaparecidos e a dor sem fim de familiares, moradores e parentes que ainda tentam entender o rompimento da barragem da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, na Grande BH. No dia 25 de janeiro a Itatiaia informava, em primeira mão, o rompimento da barragem da Vale, ainda sem saber que tratava-se da maior tragédia socioiambiental envolvendo barragem do mundo.

“Militares do bombeiros acionados agora para o Córrego do Feijão, em Brumadinho, onde informações dão conta do rompimento de uma barragem da empresa Vale. Ainda não se sabe as proporções desse acidente”, informou a repórter Amanda Antunes durante o Jornal da Itatiaia 2ª Edição do dia 25 de janeiro.  OUÇA AQUI A COBERTURA ESPECIAL DA ITATIAIA!

O que se viu no decorrer do dia foi uma destruição sem precedentes que choca até jornalistas com experiência na cobertura de tragédias, como a de Mariana. 

As buscas pelas vítimas levadas pelo 'mar de lama de rejeitos' continuam. Em quatro semanas de trabalho, a operação de trabalho dos socorristas passou por diferentes fases e técnicas variadas. Atualmente, escavadeiras e outras máquinas pesadas são usadas para tirar parte da lama e encontrar os corpos. 

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    'Eu estou levando minha revolta para um lado de injustiça, eu preciso de uma resposta. Eu guardei tudo no quarto do bebê. Essa dor parece que não vai passar', completa.

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