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Sette Câmara diz que de 30% a 40% da arrecadação com ‘Manto da Massa’ deve ficar para o Atlético

Pela última parcial divulgada pelo clube, 50 mil uniformes foram vendidos, o que dá uma receita bruta de R$ 8,5 milhões

Por Redação, 15/06/2020 às 16:18
atualizado em: 15/06/2020 às 20:42

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Foto: Divulgação/Atlético
Divulgação/Atlético

O Atlético ficará com menos da metade da arrecadação total da venda das camisas do ‘Manto da Massa’. A informação é do presidente Sérgio Sette Câmara, que prevê até 40% do valor nos cofres do clube. De acordo com a última parcial divulgada na tarde desta segunda-feira, 50 mil uniformes foram vendidos, o que dá uma receita bruta de R$ 8,5 milhões.

“Tem um percentual que vai ficar para o clube que eu acredito ser algo de 30% a 40%, mais ou menos isso. Eu vou apertar bastante a Tecnotêxtil (empresa responsável por confeccionar as peças da Le Coq no Brasil) para tentar fazer, ao mesmo tempo, um produto de altíssima qualidade com um custo mais baixo possível. Dentro da transparência do Atlético, nós vamos divulgar os números finais e toda a destinação que foi dada ao valor da arrecadação das camisas”, disse Sette Câmara, nesta segunda-feira, em entrevista à TV Band.

Segundo o presidente, o custo de produção pesa. “Ainda estamos fazendo todo o estudo financeiro do lançamento desta camisa. Temos primeiro o custo da fabricação da camisa e, todo mundo sabe, para que ela seja de qualidade não é uma coisa barata”, frisou.

Mas, além da venda do uniforme, o clube arrecada também com a adesão de novos sócios. Quem não era associado e comprou a camisa no preço promocional de R$ 169,99 teve que pagar mais R$ 60, no mínimo, para se tornar ‘Galo na Veia Branco’. O Atlético não informou quantos membros ganhou no programa de sócio-torcedor com a comercialização do ‘Manto da Massa’, que teve início na última sexta-feira (12).

Sette Câmara explicou que é neste tipo de fidelização do torcedor, que pagou R$ 60 – equivalente a seis meses do plano ‘Galo na Veia Branco’ –, que o Atlético aposta para manter parte da arrecadação depois que as vendas da camisa diminuírem.

Ainda de acordo com o presidente atleticano, para que a camisa seja confeccionada da maneira como foi projetada, o clube vai chamar o designer Flávio Markiewicz, vencedor do concurso, para participar do processo de produção. “Eu faço questão da participação direta do Flávio, que foi o designer vencedor, para que ela seja muito fiel ao que ele sonhou, pensou e desenhou”, disse.

Quando idealizou o concurso ‘Manto da Massa’, o Atlético também pensou na pandemia do coronavírus. Desta forma, segundo o clube, 50% do valor arrecadado serão destinados aos trabalhos para mitigar os efeitos da doença na economia ajudando quem está passando fome.

“Temos também um trabalho social que vamos fazer em relação à covid-19, a fome em torno da covid-19, porque nos preocupa essa recessão econômica que está gerando muito desemprego e muita fome, vide o aumento de pedintes na rua, pessoas pedindo um prato de comida. Vamos tentar ajudar nesta parte que é muito dura”, finalizou.

A venda restrita aos sócios ao preço promocional de R$ 169,99 termina nesta terça-feira (16). Depois, a comercialização será aberta ao público em geral e o valor subirá para R$ 225,99 (associados) e R$ 269,99 (não-sócios).

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